terça-feira, 12 de outubro de 2010

A sua criança já morreu?

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Hoje é o dia que elas estavam contando no calendário. Depois de algumas listas (normalmente enormes), chegamos ao consenso (viável) dos presentes. Nós também não éramos diferentes nessa espera. Mas pense para quantas crianças esse presente, cuja mídia criou essa enorme expectativa só esperam e guardam sua tristeza ao ver seus amiguinhos com um embrulho na mão.

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A criança é o verdadeiro colorido da vida. Suas perguntas, sua alegria, sua energia fazem da vida um mundo todo especial. Datas como Natal e páscoa ficam vazias sem elas. Os brinquedos espalhados pela casa dão aquela cor de que alguém esteve imaginando um mundo e o viveu com a intensidade que os adultos perdem. A liberdade de falar e fazer coisas sem a chave da moral, impedindo que sejamos quem realmente somos. Há 10 anos vi o menino mais lindo do mundo, claro, meu filho. Aprendi e aprendo muito com esse reviver da infância, mas em papel “oposto”.

Por isso o título desse post foi: A sua criança já morreu? Você se libera para certas brincadeiras sem se prender ao conceito de estar dentro dos costumes bons da sociedade? O que descobriu de novo e até se machucou um pouco? Andou de skate ou bike hoje? Nem tinha planos? Riu muito de brincadeiras, ou fez muita carinha séria hoje? Riu de uma coisa boba? Desenhou quem você ama, com giz de cera e lápis de cor? Dançou de bobeira só para se sentir bem?

Tal Tamaguchi, nunca deixe de alimentar seu espírito com as cores, caretas e alegria de uma eterna criança.

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